12/17/2007

Da série: E agora Kaká?

Hoje pela manhã ao levar minha mãe para o laboratório de análises clínicas para retirar um exame, escutamos a Jovem Pan falar sobre o bola de ouro, jogador da seleção e menino bonzinho Kaká.
 
A JP exaltava o fato de Kaká ser escolhido como melhor jogador do Mundial, onde se sagrou campeão com o Milan.
 
Ao escutar a notícia, minha mãe solta essa: "Kaká? Kaká não joga nada aqui, só joga lá fora, tinha que chamar Lalá!".
 
Obviamente que minha mãe, assim como boa parte dos brasileiros, não está satisfeita com o rendimento dos jogadores da seleção, em especial os "bolas de ouro", pois doam o sangue nos clubes e passeiam na seleção, alternando bons e maus momentos, onde no Maracanã contra um time fraco, joga-se muito e em Morumbi com uma mais casca grossa, dá bocejos.
 
Kaká é inegavelmente um jogador acima da média, que um dia viu sua torcida hostilzá-lo pedindo sua saída, foi humilhado, mas ainda assim continua trabalhando pelo Sâo Paulo, até mesmo com força suficiente para sugerir mudanças como transformar um único título em tetracampeonato, não para beneficiar o Milan, mas para apagar incêndios no Brasil.
 
Fica a pergunta: Será que Kaká continuará sendo o mesmo após a Bola de Ouro? TODOS os anteriores se remeteram a uma triste realidade, difícil não é chegar ao topo, mas manter-se nele.
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