2/15/2009

Sad but true

Um economista que patrocinava um programa esportivo se tornou conhecido por "defender" o seu time de coração, convidado para substituir a estranha saída de parte da equipe e a pessoa que defendia tal time, passou a ser conhecido e até admirado.
 
Por conta de seus contatos, transformou-se em conselheiro, sob a tutela de quem hoje ataca, mas não diretamente, aponta outros erros, outras pessoas, outros parceiros. Sua luta pela vontade própria, tornou-se colunista de um jornal exclusivamente esportivo.
 
Oposicionista por opção, acumulava amigos de fé, irmãos camaradas em sua luta, a de democratizar o clube, fazer valer a voz dos sócios. E num momento decisivo, foi contra a entrada de um aventureiro, que infelizmente hoje não está preso, tão pouco é procurado, se quer é persona non grata em qualquer lugar do mundo, recebido por reis, sultões, donos dos clubes mais importantes e que também aprendeu a lição, nada de clubes, só jogadores. Nos clubes só existem sanguessugas com desejo de poder. E após este momento critico, rasgou sua carteirinha e decidiu não compactuar com tal situação.
 
Digamos assim, foi uma saída estratégica, isentando-se evitaria a palavra omissão, mas ainda assim seria porta-voz da democracia e gosto pessoal. Defendeu seu candidato, formou opiniões com suas notícias parte vinda de canais obscuros, já que se escondiam sob o sigilo jornalístico de quem não é jornalista, ou notas de jornal que não são assinadas e possuem notícias alteradas, visando a informação com impacto.
 
Se a união faz a força, a desunião faz a catástrofe! Ontem, este personagem, assim como outros tantos, de oposição e situação, ficaram fora do grupo que definiu o futuro do Corinthians para os próximos 3 anos e, teoricamente pelos próximos 10, já que uma administração negativa poderá render anos e anos de muito trabalho para se reerguer. Só que ele, e outros, ficaram de fora por culpa única e exclusiva da dupla que ele sempre apoiou.
 
A comissão eleitoral acatou o pedido do candidato que ele defendia, além de cancelar o recadastramento às vésperas do voto, findou tantos outros anistiados, remidos, inadimplentes, atrasados e "suspeitos".
 
Saiu bravo, procurou desembargadores, advogados, políticos, chorou e gastou a franquia de seu celular ligando para os colegas, precisava relatar os "desmandos da atual gestão", mas esquecendo que os culpados estavam ali do seu lado, candidato a presidente e vice.
 
Pois é... mas não pensem que estou feliz com isso, pelo contrário, queria mesmo que todos os mais de 10 mil sócios votassem, independente de serem situação ou oposição, pois sempre falei que não era o eleito favorito, mas era missão dos outros convencerem os sócios a votarem e para aqueles votantes, mostrar que seriam melhores, mas não houve união, não houve consenso, não existiu algo que nasceu nos anos de desmandos da gestão passada, um grupo unido, coeso e COERÊNTE.
 
Deram um tiro no pé da democracia, fizeram da primeira eleição um circo de baboseiras, faixas, cabos eleitorais duplos, bêbados e pior, nem eram sócios. Deu dó de assistir poucos minutos do início da votação e os relatos que aconteciam durante o dia.
 
Espero que tenham aprendido a lição... não é o poder que está em jogo, sem se fulano ou ciclano era de um grupo e retornou, estamos falando de um CORINTHIANS GRANDE, que precisa de uma oposição à altura, que entre com idéias, propostas, parcerias e faça isso independentemente de ser o Corinthians do presidente A ou B, faça por ser Corinthians, que faça valer seu nome para a história, não apenas com picuinhas, notinhas, factóides e ecoando falsas verdades e mentiras absolutas. Do que adianta acusar ao vento? Sem provas? Exitem caminhos sérios e corretos de fazer valer a verdade e a justiça.
 
O Corinthians precisa de uma oposição à altura, que tal agora começarem a trabalhar de maneira correta? É bom pensar muito e refletir, se não envelhecerás ranzinza, chato e ainda mais bossal!
 
 
Postar um comentário