6/30/2008

Lei de Murphy

O caso dos 10% do Jô, amplamente divulgado pela mídia e que não preciso me ater aos detalhes, me fez lembrar de outra situação.
 
Um amigo comprou um carro zero e pretendia fazer o seguro do carro, mas como estava sem muito dinheiro pensou nos 25 anos em que nunca lhe ocorrera nada, nem mesmo uma abordagem num farol e imaginou não ser necessário naquele momento, pois nada lhe aconteceria naquele mês, adiou a decisão de fazer o seguro e saiu com seu mais novo bem de consumo da concessionária e foi para casa, quando chegou, foi recepcionado por 2 bandidos que levaram seu veículo com 'apenas' 20 km rodados.
 
Como ele poderia prever tal situação? Pior, como explicar que não fez o seguro e 'perdeu' o bem e o dinheiro investido? Agora já era...
 
Houve sim uma falha da diretoria do Corinthians em não divulgar o fato de que os 10% pertencentes ao jogador Jô foram negociados por conta da necessidade de caixa. Se o lema é a transparência, pecou neste item e agora seus opositores festejam com cartazes "Eu já sabia".
 
Derrepente a negociação do atleta nem renderia nada ao Corinthians com relação aos percentuais, pois o jogador poderia ser negociado apenas com os 80% que pertencia ao CSKA, assim Bertolucci, Corinthians ou qualquer outro dono de pequenas participações ficariam a ver navios. Obviamente que isso dependeria de outros fatores, mas numa explicação rápida é simples assim.
 
Quem poderia imaginar que Jô valeria tanto? Que Betão fosse vendido? Que Roger desvalorizaria tanto? Que Carlos Alberto seria comprado por uma milionária quantia e emprestado de graça para o São Paulo? Quem aposta no Dentinho e Lulinha? Quem imaginaria que Carlitos seria criticado no West Ham e virar rei em Manchester? Que Carlinhos bala... bom, paremos por aqui.
 
 
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