4/29/2010

Batalha Naval

A chuva castigou o campo, a batalha e a torcida. Lavou a alma do Flamenguista em meio a lama da crise e afundou o pesado time alvinegro para um mar de críticas e dúvidas.

Culpados? A água que derrubou o 1° tempo, transformou o “show” em um Pólo Aquático recheado de possibilidades em lesões por conta do campo pesado, se Ronaldo arrastava-se normalmente em campo, com chuva e no Maraca, lesmou-se. Moacir cometeu penalidade infantil após infantilidade fenomenal que resultou o contra-ataque, mas poderia ser pior, no Internacional o Kléber foi expulso, quando ouvi bateu Dejaví.

Mano e seus 3 volantes, ainda que com 1 jogador a mais, confiava no resultado magro ou nulo, quando o Corinthians tentou tocar a bola e o campo começou a ajudar, saiu o gol adversário e na melhor tática de José Mourinho, o Flamengo eram 9 na defesa e 1 no ataque. Pressão do Timão e no contra-ataque o sufoco parou na falta de mira que poderia ter decidido o jogo.

Que o Corinthians tem condições de reverter, sim, tem todas e totais, até com gol de Ronaldo, mas o torcedor já está mega-desconfiado, o Pacaembú será um caldeirão que já vimos antes, quem sabe para o bem como aquele jogo contra o Cianorte e nem quero pensar em outras alternativas.

Ontem a batalha naval saiu com os mulambos comemorando o silêncio no Maracanã, ao ganharem no grito, na chuva e na torcida, já que além dos Flamenguistas, o resto do Brasil era anti-Corinthians. Ainda bem que tem volta…

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