6/01/2014

O pecado de não definir a partida.

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São 16 pontos ganhos e o Corinthians chega antes da parada da Copa do Mundo no G4, porém mais uma vez o time vacilou e deixou escapar a vitória. Pontos preciosos e que poderiam ter deixado o Corinthians na liderança e com uma certa folga se não fosse tão descuidado.

Mano na coletiva lamentou os pontos perdidos e se esquivou de explicar os motivos do time recuar ao estar a frente no placar.

"Não queria que a equipe recuasse, por isso coloquei um meia de força para tentar arrastar essa bola e chegar na frente. Esteve no pé do Zé Paulo a definição do jogo. E talvez aí vocês me diriam que eu fui fantástico e mexi bem, mas não aconteceu", disse Mano. "É uma equipe muito nova. As vezes ainda não sabemos como nos comportar. Faltou um pouco de maturidade da equipe para definir", completou tentando se justificar.

Parte da torcida blinda o treinador por conta da mudança no começo da temporada e da chegada de reforços. Apesar da proteção, nota-se que o time perde rendimento na etapa final e que as substituições feitas nos últimos 20 minutos são fatais para o resultado da partida.

É sim, culpa do Mano. Ele treina, ele que escala, ele que define. O time não pode ser covarde após fazer o resultado e esperar que o árbitro apite logo o fim de jogo. O Corinthians precisa de um líder, de alguém com cérebro e principalmente culhões.

Agora teremos a parada da Copa. Treinamentos? Amistosos? Momento de fazer uma pré-temporada? Nada, vão dar férias ao elenco. Sensacional, não?

Ah sim, só pra constar, o ticket médio dessa partida foi de R$ 70. O administrador da arena quer que fique em R$ 100, afinal de contas o prometido naming rights, ao que parece, ficará na promessa mesmo. E quem paga a conta? Pois é.

5/13/2014

Evitando a mídia sensacionalista!

* Este texto foi originalmente publicado no facebook http://www.facebook.com/vertebrais aproveite para curtir e receber nossos comentários irônicos e ácidos!


Sim, eu faço duras críticas para a Folha/UOL. 

Primeiro, pelo simples fato de sua redação sempre buscar o pior de uma notícia, muitas vezes apenas para chamar a atenção e gerar audiência. 

Segundo, por usar fontes e NUNCA citá-las. Cansei de ver matéria baseada em textos de blogs de amigos e até ideias que tive no Vertebrais servindo como base das notícias envolvendo o Corinthians.

Terceiro, pela insistência em chamar o estádio de Itaquerão, mesmo quando o Corinthians nomeou seu estádio para Arena Corinthians e solicitou para a mídia que fizesse o mesmo.

Quarto, não menos importante, o fato de fazer escola. Tenho amigos jornalistas que eram idealistas e íntegros, mas que por força da audiência, se venderam para esse formato delinquente formando o que chamamos de imprensa marron.

Evito acessar, mas confesso que a cada dia que passa, outros veículos - seguindo a tendência desse - fazem qualquer torcedor ficar chateado com tanta mazela. 

E tenho dito!

4/26/2014

Bye, bye, Paca!

Adeus, Pacaembú.

Vou sentir falta de sua proximidade, de sua localização privilegiada, de sua acústica e de sua visão do campo.

Não sentirei falta dos banheiros químicos.

Lembrarei saudosamente dos encontros na Praça Charles Miller “perto da banca de jornal”.

Não sentirei falta dos policiais montados em cavalos “organizando” eventuais desordens.

Meus amigos da curvinha, outros que só ficam de pé, aqueles que só usam preto e também de quem nunca pagou um único centavo para entrar no estádio, munido de uma carteirada.

Guardarei na memória as conquistas e as vitórias, bem como as derrotas e vexames. Afinal quem ama, ama na saúde ou na doença.

Ah, o Pernil da Vivi e a Breja da Vilaboim, o nosso “esquenta” social.

Quem dera você não fosse tombado, quem dera o Viva Pacaembú aceitasse e a Prefeitura liberasse. Seria nossa nova Wembley.

Agora temos outra casa e estamos te deixando. E é claro que não será a última partida, mas é como uma despedida.

Prometo que faremos o que sempre fizemos, lotaremos e vamos gritar até o fim.

Adeus Pacaembú, foi bom enquanto durou!  Quem sabe um dia…

3/10/2014

Que falta faz um meia, não?

Nem sei por onde começar.

Bom, perdemos. Não pontuamos. Perdemos para um rival e em casa. Pra ajudar, fim do tabu. Pra fechar o negócio, não dependemos só de nós para chegarmos na próxima fase do Paulistão.

Sobre o jogo, o Corinthians marcou 2 gols, mas que foram feitos pelo zagueiro do rival, o mesmo diga-se. Se tivesse feito o terceiro e empatado o jogo, pediria musica no Fantástico. Que fase.

E no jogo contra o racismo, reinou a homofobia. Não importa o lado e não importa o atleta. Legal irritar o goleiro adversário, mas que tal substituir o “bicha” por “frango”, mais legal e inteligente.

Um dos receios que tinha neste jogo, seria a nossa Jadsondependencia. Dito e feito. Será que não dava pro Renato Augusto ficar uns 20 minutos a mais em campo no segundo tempo? Sinto que ainda precisamos de um meia pra reserva.

Guerrero sentiu e fico me perguntando pra que serve aquela porrada de equipamentos caríssimos do R9 Lab que deveriam diagnosticar possíveis lesões? Bom, devem funcionar conforme as cameras de vigilância.

De positivo, o Corinthians não deixou de lutar. Jogou com vontade, mas apenas vontade não basta. O treinador tinha de ter previsto algumas situações as quais ele seria refém.

Sem “o” armador, sobrou pros laterais subirem para chamar a marcação e tentar a armação as jogadas. Sabe o que aconteceu? Uendel e Fagner viraram enormes avenidas.

Ah, mas o que poderia ter sido feito? Colocar Danilo para começar o jogozzzzz… Sheik armando? Guerrero de terceiro atacante? Bom, não sei, sei que ao sair Renato Augusto o time literalmente morreu.

E Pato, na boa, vai pra puta que te pariu!